Homem abusa da babá dos filhos durante carona

Foto: Reprodução/Polícia Civil)

A Polícia Militar de Três Pontas, no Sul de Minas, prendeu um homem de 48 anos suspeito de abusar sexualmente da babá dos seus três filhos. A vítima, uma jovem de 19 anos, procurou a Polícia Civil na segunda-feira (22) para registrar o ocorrido.

A jovem relatou que, durante a manhã, estava na residência da família cuidando das crianças quando o homem chegou e a dispensou do trabalho.

Mais tarde, ele ofereceu uma carona para levá-la em casa e ela aceitou.

No meio do caminho, o homem alegou que precisava comprar materiais de construção e pediu para a babá acompanhá-lo. No entanto, ele teria desviado em direção a um rancho localizado no distrito do Pontalete.

No local, ele teria forçado a babá a consumir bebida alcoólica e abusado sexualmente dela. A jovem entrou em luta corporal com o homem e conseguiu fugir.

A vítima foi socorrida por um morador da região que notou um sangramento. Ele a levou para casa e seus familiares a levaram ao pronto atendimento municipal.

Na unidade de saúde, o suspeito foi encontrado, preso e encaminhado para a delegacia de plantão, onde está à disposição da Justiça.

Estado de Minas

Suspeito de estuprar adolescente de 13 anos é preso em Natal

Foto: Adriano Abreu

Um homem de 45 anos foi preso na nesta quinta-feira (25), suspeito de estupro de vulnerável. O crime teria sido cometido contra sua enteada, uma adolescente de 13 anos, que relatou o ocorrido a mãe. A prisão foi deflagrada pela Polícia Civil.

Após um Boletim de Ocorrência ser registrado, o inquérito policial foi instaurado e a vítima realizou perícia para possível coleta de provas. O suspeito foi conduzido a delegacia para interrogatório, e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. Além desse caso, o homem também está sendo investigado em outro caso de estupro de vulnerável.

Tribuna do Norte

Dono é condenado a pagar R$ 200 mil a município ao demolir próprio imóvel

Foto: Alenice Baeta/CPTMG)

Um proprietário de um imóvel tombado pelo patrimônio histórico foi condenado a indenizar o município de Lagoa Santa, na Grande BH, em R $200 mil, por danos morais, devido à destruição do edifício histórico.

A decisão é da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que manteve a decisão da Comarca de Lagoa Santa. A alegação é de que o proprietário derrubou a construção mesmo após a tentativa de notificação pelo município do tombamento da edificação pelo patrimônio histórico.

Segundo o processo, em fevereiro de 2011, servidores da Secretaria de Cultura de Lagoa Santa conversaram com os filhos do proprietário a respeito do tombamento do engenho, conhecido como ‘Engenho do Fidalgo’. Entretanto, o dono do imóvel se negou a receber a notificação, no princípio de setembro daquele ano.

Quinze dias depois dessa tentativa, servidores do município constataram que o objeto do procedimento de preservação havia sido demolido. O proprietário se defendeu sob o argumento de que o Engenho do Fidalgo já estava em péssima situação de conservação e veio abaixo devido às condições climáticas.

De acordo com o juiz Carlos Alexandre Romano Carvalho, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lagoa Santa, a conduta do réu gerou dano moral histórico e cultural, tendo em vista que o Engenho do Fidalgo era “um bem de singularidade cultural, diretamente ligado à história antiga da região de Lagoa Santa (século XIX) e às referências técnicas de produção de aguardente e rapadura utilizada nos engenhos mineiros”, finaliza.

Para a condenação de R$ 200 mil foi levada em conta os prejuízos imateriais advindos para a preservação da história, pesquisa e conhecimento do passado do povo de Lagoa Santa, de Minas Gerais e do Brasil, como afirma o magistrado.

O dono do engenho recorreu ao Tribunal, mas o relator do caso, o desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, manteve a sentença, já que segundo ele o proprietário do bem tem responsabilidade objetiva sobre o imóvel tombado, e o tombamento provisório traz a mesma proteção do definitivo.

Além disso, o relator ressaltou que, no período citado, não houve ocorrência da natureza capaz de destruir o imóvel.

Estado de Minas