No bairro Campo Grande, no Rio de Janeiro, um homem foi flagrado andando pelas ruas usando uma televisão de tubo encaixada na cabeça, chamando a atenção de quem passava.
“Deixa o menino, gente, akakaka é estilo”, comentou um internauta. Outro brincou: “Cameraman kkkkk”.
A banda Dum Chica causou polêmica ao exibir, neste sábado (22), a imagem de Javier Milei, presidente da Argentina, retratado como ‘diabo’. A projeção foi feita durante a apresentação do grupo no Lollapalooza, festival que acontece neste final de semana no país, e mostra Milei com chifres e o rosto ensanguentado.
A performance repercutiu nas redes sociais e gerou debates entre os internautas. Horas após o show, a Dum Chica publicou um comunicado oficial em que afirma que o festival não tinha conhecimento da ação. “Como artistas, somos responsáveis pelo conteúdo expressado em nossa apresentação”, pontuou o grupo.
Um menino de dois anos ficou com uma panela de pressão presa na própria cabeça após brincar com o item dentro de casa em Ponta Grossa, no Paraná.
A mãe da criança a levou até o quartel dos bombeiros, que conseguiram retirar a panela sem precisar cortá-la e definiram a situação como “ocorrência inusitada”. Segundo os bombeiros, o menino não se feriu.
“Quando ela chegou fomos de pronto pra tentar tirar a panela. Foi tranquilo, apesar do susto; apenas movimentando a cabeça dele com cuidado, logo saiu. Estamos acostumados a remover anéis [presos nos dedos], o que é bem comum. Panela foi a primeira vez”, contou o soldado Arion.
A orientação, em situações parecidas, é não tentar forçar a retirada em casa para não ferir a vítima.
Uma nova resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF), publicada no dia 17 de março, autoriza farmacêuticos a prescreverem medicamentos, desde que sigam protocolos estabelecidos. A norma, que deve entrar em vigor no próximo mês, gerou forte reação de entidades médicas, que prometem recorrer à Justiça para impedir sua aplicação.
De acordo com o CFF, a prescrição farmacêutica já era permitida por lei há mais de uma década, e a nova resolução apenas aprimora regras já existentes, garantindo mais segurança na fiscalização. O órgão afirma que a medida não invade a área médica, pois está amparada por leis federais e normativas do Ministério da Saúde.
Entretanto, médicos discordam e classificam a norma como ilegal. O presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN), Dr. Marcos Jácome, fez duras críticas à decisão:
“O que está proposto pelo Conselho Federal de Farmácia é criminoso. As profissões são regulamentadas por lei, e o que o farmacêutico pode fazer está descrito nela. O mesmo vale para o médico. Prescrição é parte do tratamento médico, e o ato médico define que essa atribuição é exclusiva do médico. Então, qualquer coisa fora disso é ilegal e criminosa.”
Jácome também destacou que essa não é a primeira vez que o CFF tenta aprovar uma medida semelhante. Segundo ele, resoluções anteriores já foram derrubadas, e o Conselho Federal de Medicina (CFM) está atuando para barrar novamente a norma.
“Essa resolução já foi derrubada uma vez, e agora voltaram com essa aberração. O Conselho Federal de Medicina já está atuando para que essa norma não passe. Já fizemos isso antes e faremos novamente. A Justiça não mantém nada que vá contra a lei, então acreditamos que essa medida será anulada.”
Apesar das críticas, o CFF ressalta que a nova regra limita a prescrição farmacêutica a medicamentos isentos de receita e a alguns tarjados, seguindo protocolos clínicos rigorosos. No entanto, para o CREMERN, a medida representa um risco à segurança dos pacientes.
“Isso pode colocar em risco a saúde da população, principalmente a mais carente. Uma prescrição feita sem o devido conhecimento clínico pode levar a erros graves, inclusive à morte. É algo que precisa ser combatido.” – alertou Jácome.
Com a judicialização da questão, a polêmica em torno da prescrição farmacêutica por profissionais não médicos deve continuar nos próximos meses.
O ex-deputado federal e presidente do jornal Tribuna do Norte, Henrique Eduardo Alves, manifestou publicamente sua indignação com a demissão do jornalista Heitor Gregório, profissional de longa trajetória na publicação. A decisão partiu do empresário e suplente de senador Flávio Azevedo, atual maior acionista do jornal. Segundo informações de bastidores, a saída de Heitor Gregório teria sido motivada por questões políticas. Azevedo, que assumiu uma cadeira no Senado na condição de suplente de Rogério Marinho (PL), estaria alinhado com interesses políticos que influenciaram a decisão editorial.
A demissão do jornalista gerou críticas por suposta censura e falta de liberdade de expressão dentro da Tribuna do Norte. Henrique Eduardo Alves, que já vinha demonstrando insatisfação com os rumos do jornal desde a mudança no controle acionário, expôs sua revolta nas redes sociais.
A influência política na demissão teria relação com o cenário eleitoral no Rio Grande do Norte. Caso Rogério Marinho saia vitorioso em uma possível disputa ao governo estadual, seu suplente, Flávio Azevedo, assumiria definitivamente o cargo no Senado, o que reforça as especulações sobre a motivação política da demissão.
A saída de Heitor Gregório da Tribuna do Norte reacende o debate sobre a independência da imprensa e os desafios enfrentados por jornalistas em um cenário de forte interferência política na mídia. Até o momento, Flávio Azevedo e a direção do jornal não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.
Veja nota de Henrique:
Prezados e prezadas diretores, jornalistas e funcionários da inesquecível Tribuna do Norte!
É com tristeza que renuncio à Presidência desta tribuna!
A única atitude que poderia ter em reação à repugnante censura a um profissional de Comunicação, como Heitor Gregório, respeitado e correto!
Convidei-o à Tribuna há dez anos! Sempre honrou o jornalismo sem agredir, injuriar ou desrespeitar ninguém. Agora é impelido a sair de forma agressiva e desproporcional.
Assim, ficarei em paz com minha consciência e meus “ancestrais”, que tanto fizeram para a Tribuna do Norte chegar aos 75 anos.
Um jovem negro de 19 anos foi agredido durante uma abordagem policial em frente à própria casa, na zona sul de São Paulo.
Em depoimento, Leonardo Parreira disse que fumava maconha com amigos quando a polícia se aproximou. Ele resistiu, xingou os agentes e foi agredido, mesmo algemado.
Imagens de vizinhos registraram as autoridades aplicando um mata-leão em Leonardo, que ficou com o rosto inchado, um olho roxo e marcas de agressão na boca e testa.